Eu tenho déficit de memória operacional?

FUNÇÕES EXECUTIVAS
As funções executivas compreendem 7 atividades cerebrais distintas – entre elas:
a memória de trabalho verbal e não verbal (visual e espacial), chamada de curto prazo.
A memória operacional potencializa a função executiva e torna-se uma ferramenta
poderosa de autorregulação, de definição de metas e de contornar obstáculos em nossos caminhos. Mas para um cérebro já sobrecarregado, a memória de trabalho pode ter dificuldade para processar as informações.
Nós a usamos centenas de vezes todos os dias. Pessoas com déficits de memória
de trabalho, vão à loja com a lista de compras na cabeça e voltam para casa esquecendo-se da maioria dos itens, resistem a participar de conversas, pois não conseguem se lembrar do que queriam dizer ou precisam reler um parágrafo várias vezes antes de prosseguir.
O cérebro é composto pelo sistema automático (orienta 80 a 90% das nossas
atividades todos os dias) e o sistema executivo (10 a 20% restantes que requer um esforço regulatório proposital). Esse sistema de funcionamento executivo pode ser exaustivo; ele requer pausas mentais frequentes e autorregulação incessante.
Muitos especialistas argumentam hoje, que o TDAH não é, em sua essência, um
problema de atenção, mas sim um problema de autorregulação exacerbado pela fraca
memória de trabalho.
Para Dr. Barkley, a memória de trabalho é o GPS do cérebro – um sistema
essencial que orienta e direciona as nossas ações, iniciando-se como uma nova viagem,
referindo-se a seus mapas – imagens sensoriais registradas e armazenadas na memória de trabalho não-verbal. Em seguida, ele sintoniza suas instruções, os comandos verbais e a “voz interior” armazenados na memória de trabalho verbal. As imagens visuais da
memória de trabalho não verbal ajudam o cérebro a agir, e a memória de trabalho verbal torna-se seu sistema de orientação.
O cérebro funciona então, de maneira muito semelhante ao Waze ou ao Google
Maps – determina a relevância das novas informações conforme elas chegam e alteram o plano em tempo real para nos levar ao nosso destino o melhor e o mais rápido que puder.
Quanto mais forte for a sua memória de trabalho, menos trabalho seu cérebro terá
que realizar a cada novo desafio Barkley sugere uma estratégia chamada “externalização”, onde é transferida a
informação do cérebro para um armazenamento externo de sua memória de trabalho. Isso ajuda o cérebro a ficar menos sobrecarregado.
Seguem algumas dicas, para fortalecer a memória de trabalho e externalizar
informações para que seu cérebro possa planejar e coordenar tarefas com eficácia, sem
despender nenhum esforço extra, aliviando essa carga cognitiva e deixando a memória de trabalho sob controle.

Use imagens, não apenas linguagem; faça listas de tarefas; estabeleça metas.

  • Use lápis e papel e não use a tecnologia para todas as tarefas de memória
    (Smartphones, tablets e relógios inteligentes)
  • Faça um mapa mental com dicas visuais – Use adesivos para categorizar, programa e
    reorganizar sem gastar mais energia mental. Uma imagem vale mais que mil palavras.
  • Use a tecnologia com sabedoria – Tire foto do setor do estacionamento do shopping ou
    do aeroporto onde deixou o seu carro, descarregando a sua memória de trabalho, na
    forma de uma foto.
  • Use um computador para jogos, redes sociais e a web, e outro apenas para o trabalho.
    Bloqueie a navegação para limitar as distrações, enquanto trabalha.
  • Simplifique seu espaço de trabalho, deixe apenas o que vai precisar para a tarefa.
  • Reserve um tempo para descobrir o que é melhor para você – um tamanho não serve
    para todos.
  • Os sentidos tátil, auditivo e olfativo podem ser aproveitados para aliviar a carga sobre a
    memória de trabalho.
    Referência: https://www.additudemag.com/working-memory-powers-executivefunction/

[Auto-teste] Você tem déficit de memória operacional?

A memória de trabalho, que é crítica para o funcionamento executivo, é onde você
armazena as informações de curto prazo necessárias para concluir uma
tarefa. Saiba se seus problemas de memória de curto prazo podem ser sinais de
déficit de memória operacional.

POR ADDITUDE EDITORS
Este autoteste foi desenvolvido para determinar se você apresenta sintomas semelhantes
aos de um déficit de memória operacional. Se você tiver dúvidas sobre possíveis
problemas de memória operacional, consulte um profissional de saúde. Um diagnóstico
preciso só pode ser feito por meio de avaliação clínica. Este autoteste é apenas para uso
pessoal.

Nunca (0); Raramente (1); Raramente (2); Às vezes (3); Muitas Vezes (4);
Frequentemente (5)

1- Você está conversando com um amigo. Você acha difícil acompanhar a conversa,
esquecendo o que seu amigo disse momentos antes.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

2- Você está concluindo uma tarefa com várias etapas, como pegar o lixo, levá-lo para
fora e, em seguida, colocar um novo saco na lata de lixo. Você geralmente esquece
a última etapa.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

3- Quando você lê alguma coisa, geralmente acaba voltando para reler a seção
anterior porque não consegue se lembrar dela.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

4- Você tem dificuldade em lembrar o nome das pessoas, mesmo que as tenha
encontrado várias vezes.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

5- De manhã, você geralmente corre para se preparar para o trabalho, mas ainda
assim acaba se atrasando.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

6- Frequentemente, você é acusado de não ouvir porque não cumpre as tarefas que
lhe são solicitadas.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

7- Você planeja concluir alguns trabalhos em casa e separar os itens de que precisa
no final do dia de trabalho. Quando você se senta para fazer o trabalho, percebe
que se esqueceu de levar para casa vários itens essenciais.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

8- Você constantemente perde seu telefone celular. Você sente que perde tempo todos
os dias procurando seu telefone e outros itens perdidos, como chaves ou óculos.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

9- Você tem algo que deseja perguntar à sua amiga, mas ela está ao telefone e você
deve esperar alguns minutos antes de perguntar. Quando ela termina, você esquece
completamente o que queria perguntar.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

10- Você tem dificuldade em gerenciar grandes projetos. Mesmo quando você os
divide em etapas, descobre que as perde ou acaba gastando muito tempo em
tarefas que não têm muita importância.

  • Frequentemente
  • Muitas vezes
  • Às vezes
  • Raramente
  • Nunca

Compartilhe e analise esses resultados com seu médico. Quanto mais próximo de 40 pontos, maior a probabilidade de você mostrar sinais de déficit de memória operacional.

Eu sou um procrastinador em série?

Quem já não se perguntou por que começar uma tarefa, é tão difícil, e muitas vezes, insuportável?

A procrastinação, significa adiar algo que pode ser feito hoje. Alguns pesquisadores psicossociais chamam a procrastinação de “reversão de preferência”.

Se você tem TDAH, provavelmente notou que procrastina mais do que outras pessoas. Esse comportamento pode causar stress, culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com as suas responsabilidades e compromissos, problemas nas relações pessoais e no local de trabalho.
Quando deixamos de concluir as tarefas a tempo, os outros veem isso como sinal de desrespeito, incompetência ou preguiça.
Adultos com TDAH lutam com motivação, procrastinação e para iniciar tarefas, parece que o “motor de arranque” não funciona quando precisa. Infelizmente, a capacidade de focar e permanecer focado não pode ser ligada como um interruptor de luz.
As pessoas mais organizadas e pontuais prosperam porque cumprem suas rotinas e programações diárias, fazem as mesmas tarefas e na mesma ordem, todos os dias.

Os motivos da procrastinação podem ser mais profundos do que pensamos. Eles podem estar ligados ao medo do fracasso ou da imperfeição (não vou dar conta), ao perfeccionismo (tarefa sem falhas pode levar uma eternidade para terminar), ou a uma série de outros obstáculos psicológicos e neuropsicológicos.

Como dizer sim quando seu cérebro diz não?

1) Pense positivo
Não se aproxime de uma tarefa pensando: “Isso vai demorar muito e já é tão tarde …” Em vez disso, diga a si mesmo: “Posso não terminar isso hoje, mas posso fazer as duas primeiras etapas”.

2) Ilumine seu cérebro
Em vez de se dar uma recompensa depois de concluir uma tarefa, tente fazer algo agradável primeiro, para “iluminar” seu cérebro. Uma vez que seu interesse é despertado, você pode se envolver positivamente em uma tarefa menos agradável.

3) Dê uma caminhada, ouça música – apenas certifique-se de ajustar um cronômetro para 20 minutos, para não ficar muito absorto na atividade agradável.

E, se você quiser saber se procrastina, acesse o questionário de rastreio abaixo:

Questionário:

Quão seriamente você procrastina?

Quão ruim é sua tendência para procrastinar? Todos nós adiamos, mas se a
procrastinação está afetando sua vida, o primeiro passo é entender seu próprio
comportamento e cérebro com TDAH.

POR ADDITUDE EDITORS
ADDITUDE INSIDE ADHD IN MIND
Como você para de procrastinar? Primeiro, avalie as situações e maneiras pelas quais
você adia as coisas. E quando você se sente oprimido? Entediado? Não tem certeza das
próximas etapas? Faça este auto teste para avaliar seu nível de procrastinação e obter uma visão clara de quando e como você provavelmente tem chance de procrastinar.
*Este questionário não substituiu consulta com especialista e não tem função diagnóstica.
É apenas um recurso de reflexão e identifica sinais de procrastinação. Não possui normas e padronização brasileira.

  1. Mesmo quando tenho um prazo muito importante, começo a trabalhar no último minuto.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  2. Eu pago as contas no último minuto ou mesmo depois do vencimento.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  3. Quando sou solicitado a confirmar presença em um evento, costumo esperar em vez de responder prontamente.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  4. Retorno ligações dias depois de recebê-las ou mesmo não recebo.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  5. Quando viajo, chego ao aeroporto na última hora.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  6. Decisões importantes são estressantes , então evito tomá-las o máximo possível.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  7. Tenho tendência a atrasar o término das coisas, mesmo quando sei que são importantes.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  8. Juro começar mais cedo, mas acabo comprando presentes de aniversário ou Natal na última hora.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  9. Minha lista de tarefas contem os mesmos itens por dias a fio. Eu simplesmente não consigo fazer isso.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  10. Tenho dificuldades em sair de casa na hora certa pela manhã.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  11. Quando há algo importante que precisa ser feito, tendo a encontrar outras coisas para fazer e perder tempo.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  12. Quando vou para a cama à noite, fico estressado com todas as coisas que não realizei durante o dia.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  13. Eu começo novos projetos, mas muitas vezes não os concluo.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  14. Quando estou trabalhando, perco tempo verificando meu e-mail ou sites de mídia social.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  15. Estou atrasado para compromissos ou eventos.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca
  16. Faço planos para encontrar amigos ou participar de eventos de última hora.
    • Frequentemente
    • Muitas vezes
    • Às vezes
    • Raramente
    • Nunca

Compartilhe e analise esses resultados com um especialista.
A equipe ADDitude também sugeriu outras leituras.


Para pontuação:
Atribua 0 – Nunca; 1 – Raramente; 2 – às vezes, 3 – Muitas Vezes e 4 – Frequentemente

Some todos os pontos, quanto maior o total de pontos, e mais próximo de 64, maior a
probabilidade de você mostrar sinais de procrastinação.

Possibilidades de intervenções escolares para os estudantes com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade no cenário da pandemia do COVID-19.

O período da pandemia decorrente do COVID-19, nos trouxe grandes
preocupações e mudanças de paradigmas, incluindo a questão escolar e o
processo de aprendizagem dos estudantes, pois não só os universitários
passaram a ter aulas online, como também as crianças pequenas, incluindo as
pré-escolares, as quais tiveram que que se manter por horas a fio na frente de
tela de um computador, assistindo aulas que eram destinadas e formatadas para
o ensino presencial, causando enorme interferência no ambiente familiar, junto
aos pais e irmãos.
Diante desta uma nova realidade educacional, o ensino híbrido, propõe
uma mescla de aulas presenciais e aulas online, tendo o aluno que se adaptar
com novos contextos de aprendizado, exigindo assim, propostas pedagógicas e
metodológicas adequadas à esta realidade, tanto para a equipe escolar, quanto
para os alunos e pais.
O Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é considerado
uma condição do neurodesenvolvimento, segundo o Manual Diagnóstico e
Estatístico dos Transtornos Mentais, DSM-5 (AMERICAN PSYCHIATRIC
ASSOCIATION, 2013), e envolve uma tríade de sintomas de desatenção,
hiperatividade e impulsividade em nível exacerbado e disfuncional para a idade.
Os sintomas iniciam-se na infância e podem persistir ao longo de toda a vida. As
taxas de prevalência na infância variam de 3% a 9% em todo o mundo (NICE,
2018).
Os sintomas do TDAH, frequentemente, podem aparecer cedo na vida, mas
tornam-se mais graves a partir do ingresso da criança na escola, onde há
necessidade de focar a atenção e permanecer sentada durante as aulas
(BENCZIK, 2020). O transtorno pode variar amplamente na diversidade de sua
manifestação e sintomas. A desatenção e a falta de autocontrole colocam o
aluno em grande risco para dificuldades escolares em termos do desempenho
acadêmico e interações com colegas e adultos.
Com o objetivo de promover o aprendizado e a melhor adaptação do aluno
com TDAH no seu processo de aprendizagem escolar, junto à construção do
saber, e para permitir que se sinta seguro no desenvolvimento de sua vida
intelectual, pessoal e profissional, de maneira a capacitá-lo para uma
aprendizagem bem-sucedida, tanto no contexto presencial, quanto no ambiente
online, com aulas em EAD (Ensino à Distância), seguem algumas sugestões que
possibilitam melhor engajamento do aluno com TDAH: Um trabalho de tutoria
próximo ao aluno, acompanhando-o durante as aulas e, colocando-se disponível
para atendê-lo extra aula, na tentativa de monitorar o aprendizado, a execução
das tarefas e atividades, a organização e o planejamento do estudo, revisando
o conteúdo e as instruções, datas de prova e entrega de trabalhos; Reduzir o
tempo de permanência nas aulas online, respeitando a capacidade neurológica
e a faixa etária do estudante, quanto ao nível de atenção; o tempo deverá ser
fracionado com mais intervalos (usar a técnica pomodoro); Trabalhar com
projetos pedagógicos, mais do que aulas expositivas; Priorizar o conteúdo
pedagógico, reduzindo-o ao necessário (revisar o excesso de conteúdo); Rever
a quantidade de tarefa solicitada, preocupando-se mais com a qualidade da
aprendizagem do que com a quantidade de exercícios realizados; Permitir tempo
estendido para a entrega de trabalhos e tarefas e para a realização das provas;
Caso seja necessário propor provas orais e individuais; Utilizar recursos como
músicas, jogos e aplicativos online, contemplando e relacionando-os ao
conteúdo pedagógico trabalhado; Alternar conteúdos mais densos com tarefas
agradáveis; fracionando-as em blocos e em pequenas partes; Propor trabalhos
e pesquisas sobre o tema pedagógico; Permitir que o aluno se movimente
durante a aula; Manter contato frequente com os pais, objetivando a troca de
informações, fortalecendo a parceria com a escola; Propor acordos e
combinados, tanto para a realização das tarefas quanto para o comportamento,
reforçando-os a cada conquista realizada (por meio de pontos, mais tempo livre,
entre outros possíveis reforços.
Direções, ordens e palavras de apoio e de encorajamento são bem vindas,
no sentido defortalecer a autoestima, potencializar a motivação e despertar o
interesse e o comprometimento necessário para um bom engajamento e
desempenho escolar (Benczik, 2021).
As Intervenções psicopedagógicas junto aos estudantes com TDAH devem
ser personalizadas, levando em conta suas características próprias, seus
contextos ambientais, seu desempenho cognitivo, incluindo os tratamentos que
estão realizando extra escola (fono, T.O, psicológico, neuropsicológico,
pedagógico e/ou farmacológicos).

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Referências:
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION Diagnostic and statistical manual of
mental disorders. Am. Psychi. Washington: Am. Psychiatr. Publ. 5th ed., text
rev. 2003.
BENCZIK, E. B. P. e cols. Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade:
Desafios, possibilidades e perspectivas interdisciplinares. Artesã. Belo
Horizonte. 521 p. 2020.
BENCZIK, E. B. P. e BROMBERG, M.C.B. Contibuição da psicopedagogia
para o tratamento interdisciplinar do Transtorno de Déficit de
Atenção/Hiperatividade. IN: SOARES, A.M e cols.(Tratado de
Psicopedagogia). Artesã. Belo Horizonte. No prelo.
BENCZIK, E. B. P. Intervenções escolares para os estudantes com
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade no cenário da pandemia
da COVID-19. https://www.facebook.com/edyleineperonib, 04/06/2021.
NICE. National Institute for Healthy and Care Excellence (Internet). Attenttion
deficit hyperactivity disorder: diagnosis and management. London: NICE,

  1. Disponível em http://www.nice.org.uk/guidance/ng87

TDAH: DESAFIOS, POSSIBILIDADES E PERSPECTIVAS DIAGNÓSTICAS

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento associado a sintomas de desatenção, impulsividade e hiperatividade. Os prejuízos podem promover baixa autorregulação emocional, baixo desempenho escolar e profissional, prejuízos funcionais e menor qualidade de vida. As consequências decorrentes do TDAH podem ser de tamanha magnitude que jamais serão dimensionadas corretamente pelas pessoas que se baseiam no conhecimento do senso comum para julgá-lo. Torna-se necessário o conhecimento e a consciência sobre o poderoso impacto que esse transtorno exerce na vida da pessoa caso não seja reconhecido e devidamente tratado. Este livro foi escrito por profissionais renomados e com forte atuação em suas respectivas áreas clínicas e de pesquisa. Por meio de uma perspectiva multidisciplinar acurada, considerando a infância e a vida adulta, contempla diferentes aspectos do TDAH como a perspectiva histórica, prevalência, etiologia, critérios diagnósticos, aspectos neurobiológicos, comportamento motor, qualidade de vida, alterações do sono. São tratados os vários aspectos médico, psicológico, neuropsicológico e fonoaudiológico, comorbidades na infância e na vida adulta, avaliação, diagnóstico diferencial, Transtorno do Espectro Autista, Transtornos de Aprendizagem, Transtorno de Aprendizagem Não Verbal, Sluggish, Terapia Cognitivo Comportamental, Neurofeedback, intervenções no contexto familiar e escolar em todos os níveis escolares e direitos legais dos alunos com o transtorno, incluindo os universitários. Constam depoimentos marcantes e reais de pais, professores e pacientes com TDAH. O objetivo do livro é trazer à luz conhecimento fundamentado em evidência científica, com a finalidade de ser fonte de consulta para profissionais da Saúde e da Educação, familiares e pacientes, por meio de uma perspectiva interdisciplinar e abrangente, vislumbrando, sobretudo, saúde mental, melhor funcionalidade e qualidade de vida.

Para saber mais, adquira o livro em: https://www.euamocomprar.com/product/livro-tdah-desafios-possibilidades-e-perspectivas-diagnosticas/?lang=pt-BR

Desafios do TDAH por Edyleine Bellini Peroni Benczik

Foto por Archie Binamira em Pexels.com

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento associado a sintomas de desatenção, impulsividade e hiperatividade. Os prejuízos podem promover baixa autorregulação emocional, baixo desempenho escolar e profissional, prejuízos funcionais e menor qualidade de vida. As consequências decorrentes do TDAH podem ser de tamanha magnitude que jamais serão dimensionadas corretamente pelas pessoas que se baseiam no conhecimento do senso comum para julgá-lo. Torna-se necessário o conhecimento e a consciência sobre o poderoso impacto que esse transtorno exerce na vida da pessoa caso não seja reconhecido e devidamente tratado.

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